Pichou? 80 chibatadas devem dar jeito.

bienal_pichacao

Façamos um exercício de criatividade, imaginando um Brasil diferente, inserido numa realidade alternativa. Façamos de conta que o regime no país é ainda o feudal. Temos então reis e rainhas, senhores feudais, temos o clero, temos os camponeses e os vassalos.

Leis rígidas!

Mas, apesar disso, temos também aviões, automóveis flex, celulares, iPods, computadores e internet.

Temos também bienais.

E pichadores.

Nesse contexto todo é possível extrapolar e conceber tamanha liberalização de costumes que atos de vandalismo poderiam ser considerados expressões artísticas em estado bruto?

Acho que não.

Então os pichadores da 28ª Bienal de São Paulo seriam enquadrados de que forma dentro do feudo, desde que considerado o regime na sua forma histórica mais genuína? Como criminosos, no mínimo. Vândalos que depredam bens públicos em benefício do caos e nada mais. Ato travestido de “expressão artística autêntica (mesmo que tosca)”.

Seriam punidos com o açoite, no mínimo.

Não, não quero esse regime para o País. Mas bem que o açoite poderia existir. E em publico. Uma 80 chibatadas deveriam dar jeito. Talvez, em caso de reincidência, cortar as mãos. Logo ambas.

Sou radical demais? Sou, sim senhor.

Estou cansado de palhaçadas.

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6 Respostas to “Pichou? 80 chibatadas devem dar jeito.”

  1. Antonio Luiz Says:

    O problema é que no regime feudal não existem bens públicos, Tibor… Só existem os bens do senhor feudal.

  2. Saint-Clair Stockler Says:

    Discordo um pouco. Porque no Brasil as penas só funcionam pra quem não é rico, nem poderoso, nem tem parentes no Executivo, no Legislativo ou no Judiciário. Ou, alternativamente, não é jornalista.

    Onde está o Lalau? Em prisão domiciliar, sem ter devolvido um só centavo dos milhões que roubou.

    E esse é só um exemplo.

    Aliás, é exatamente por isso que sou contra a pena de morte no Brasil: só vai ser morto quem é preto, pobre, viado ou nordestino. Alguém aí imagina que o filho de um juiz, de um senador, iria pra cadeira elétrica (a forma mais divertida de matar alguém legalmente, rsrsrsrs)?

    Aliás, no caso específico da pichação: me lembro que há anos, muitos, muitos anos, havia um muro pichado no bairro do Cachambi, aqui no Rio: “PICHAR NÃO É NADA NUM PAÍS ONDE ASSASSINATO NÃO É CRIME”.

    É isso aí!

  3. Gil Menin Says:

    Candidatos a carrasco é que não faltariam! eheheheh
    Mas não precisamos da chibata…
    Obrigar o pixador a comer literalmente a pixação seria de bom tamanho.
    Uma bela indigestão anticultural.

  4. LíLaís Says:

    E eles ainda erram no português…tsc

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