Brinquedos Mortais anuncia autores selecionados.

Foram, desde o início do chamado de submissão até agora, mais de quatro meses. Tempo bastante para convidados e concorrentes prepararem seus trabalhos, exercitarem sua prosa e, com talento, ajudarem a construir uma boa coletânea.

Já estava mais que na hora de trazer a público os vencedores entre os candidatos às quatro vagas restantes, sendo que as outras oito já estavam reservadas aos autores Luiz Bras, Carlos Orsi, Lúcio Manfredi, Braulio Tavares, Roberto de Sousa Causo, Ataíde Tartari, Saint-Clair Stockler e Tibor Moricz.

Foram mais de 50 contos enviados. Muitos fragilíssimos, alguns razoáveis e alguns muito bons. Fazer a escolha final não foi fácil e fiquei pendente entre dois autores por bastante tempo, evitando decidir sem ter certeza absoluta de não estar cometendo alguma injustiça.

Os quatro escolhidos são:

1- Sid Castro com McGuffin.

2- João Beraldo com Brinquedo perfeito.

3- Brontops Baruq com Astronauta.

4- Pedro Vieira com Austenolatria.

Meu muito obrigado a todos os que mergulharam de cabeça nesse projeto, contribuindo com seus trabalhos, aprovados ou não.

Agora é tocar a bola para a frente, que as livrariam nos esperam.

Anúncios

Tags: , , , , , , ,

39 Respostas to “Brinquedos Mortais anuncia autores selecionados.”

  1. Giseli Says:

    Opa, legal! Agora só esperar a coletânea sair para eu dar uma conferida =) Tem previsão de mês de lançamento?

  2. Brontops Says:

    Legal, obrigado Tibor.

    Boa sorte para sua mãe. Sei como estas coisas não são fáceis.

    Abs

  3. Dalton Almeida Says:

    Espero para ler a coletânea!

    E quanto a lista dos potencialmente indicáveis?

    Abraços, e melhoras a sua mãe.

    Dalton

    • Tibor Moricz Says:

      Pensei em fazer essa lista, Dalton, mas em vez disso, vou enviar o conto para a editora, colocando-a em contato com o autor. Quero evitar coisas do tipo: “Ah, esse conto é aquele recusado na coletânea Brinquedos mortais”.

  4. Ana Lúcia Merege Says:

    Parabéns antecipados, sei que o livro ficará ótimo!

    Melhoras a sua mãe e força pra toda a família.

  5. uberVU - social comments Says:

    Social comments and analytics for this post…

    This post was mentioned on Twitter by tmoricz: Brinquedos Mortais anuncia autores selecionados.: http://wp.me/pAp8d-t3

  6. Pedro Vieira Says:

    Yay! Valeu, Tibor. Fico feliz q vcs tenham gostado do conto.

    Abçs e melhoras para a sua mãe.

  7. Albarus Andreos Says:

    Valeu Tibor. Ainda bem que vc conseguiu bons contos para complementar os dos autores que foram convidados. Pelo que senti, vc tinha medo de não atingir um grau de qualidade alto. Parabéns então e isso só vai aumentar nossa expectativa com relação ao resultado.

  8. Claudia Zippin Ferri Says:

    Parabéns aos vencedores, e, melhoras sa sua mãe, Tibor. Abraços

  9. Belisel Says:

    hmm, legal as pessoas que eu conhecia não passaram, e seus contos eram brilhantes.
    espero por essa coletanea, e que não seja o fiasco que as edições de paradigmas foram, onde de todos ja entao lançados, apenas 2 contos se salvam por muita falta de opção.

  10. Tibor Moricz Says:

    Brilhantes, Belisel? Cruzes, vou voltar a ler tudo novamente!!

  11. Marcello Says:

    Tibor, vc ta dizendo que a coletânea sai em 2012?
    Só pra confirmar: antes de 21 de dezembro certo?

    abs
    e parabéns pelo sucesso .

  12. Belisel Says:

    Eu ate poderia falar que sim. -Leia tudo novamente!
    Mas temos “formação” critica diferente…
    Entao algum desses contos que eu pude ler, pode estar naqueles dois, dos dos seis que você citou em um publicada anterior, que teriam de ser cortados. Ou até mesmo naqueles bons que você gostaria de indicar.
    Mas Repito que se os contos escolhidos segue um estilo parecido com Paradigma ou o Territorio V, foi bom não ter escolhido os contos!!

    • Tibor Moricz Says:

      Eu acho que fico feliz de ter uma formação crítica diferente da sua, Belisel. Se para você, apenas 2 contos se salvam
      em toda a coleção Paradigmas, imagino que sua exigência crítica atinja níveis estratosféricos. Sendo assim, não seria possível organizar nenhuma coletânea minimamente razoável. Jamais encontraria trabalhos tão bons que valessem a publicação. Ter um nível crítico inferior ao seu me possibilita enxergar qualidades onde, evidentemente, elas não existem. Só dessa maneira as coletâneas continuam existindo e autores novos (e não tão novos) continuam publicando.

  13. Cassionei Says:

    Parabéns aos vencedores, e obrigado ao Tibor e ao Saint-Clair por nos proporcionar essa experiência.

  14. Armand Says:

    Haaa, não fui selecionado que triste =)
    quem sabe na prox…
    Ass: Grande R

  15. Janaina Azevedo Corral Says:

    Belissel, só para entender, qual a sua “formação” como crítica/o literária/o?

  16. Janaina Azevedo Corral Says:

    Eu fico realmente curiosa sobre como uma pessoa que erra coisas básicas de norma culta como concordância verbal e uso de maiúscula e minúscula:

    1) “Mas Repito…” – letra maiúscula em meio de frase sem necessidade para ênfase, única coisa que justificaria;
    2) “…que se os contos escolhidos segue um estilo parecido com Paradigma ou o Territorio V, foi bom não ter escolhido os contos!!” – e aqui só resta perguntar: esqueceu como se faz plural?!

    Sem falar da acentuação inexistente da primeira mensagem, das letras maiúsculas em começo de sentença inexistentes também (está tudo com minúscula), entre outras coisas.

    E antes de dizer que alguma obra foi ou será um ‘fiasco’ aprende ao menos a escrever na norma culta – ou que seja, aprenda a digitar, já que pode tentar usar isso como desculpa. Me sinto ofendida tendo estudado os últimos 10 anos da minha vida para poder fazer esse tipo de coisa com categoria e chega qualquer um e sai vomitando conteúdo “crítico” sobre o trabalho alheio.

    Olha só, se quiser, até dou aulas particulares de literatura.

    Só não abordo temas como noção e humildade para pseudo-críticos. Procure algum monge pra isso. Eles têm mais paciência.

  17. Belisel Says:

    Ha foi mal.
    só estou escrevendo no nivel que deve ter ficado a coletanea no final das contas.
    caso eu fosse fazer um texto formal, com as normas gramaticais corretas, e toda a putaraia literaria, pode apostar eu faria, mas olha qu e engraçado, esse lugar é para se postar post, e não para se fazer relatorio para entregar na mesa do chefe ate as 18:00.
    e se você estudou 10 anos, para fazer algo (que espero que consiga chegar a uma nota 5), você deve se esforçar mais.
    hahahaha
    é incrivel como os escritores de “literatura fantastica” do Brasil, não escrevem nada e ficam brigando entre si, como se fossem algo importante, mas que tem muito o que aprender.

    • Tibor Moricz Says:

      Acho melhor cancelar a publicação dessa coletânea. O Belisel disse que vai ficar ruim porque os amiguinhos dele não foram escolhidos. E quando o Belisel fala, a gente obedece (só faltou dizer quem são esses amiguinhos, mas peito pra isso ele não tem. Não vai queimar a “tchurminha”, afinal de contas.

  18. Janaina Azevedo Corral Says:

    Bonitinha/o arrogante e Senhor/a da Verdade da Literatura,

    Se você acha que qualquer estudo em nível superior acaba com o fim da graduação de 4 anos, você é mais tosco ainda do que parece: já estou na minha terceira pós, uma fora do país inclusive, e comento no blog do Tibor por ser um amigo que se esforça e faz algo de produtivo, diferente de você – inútil – que sem ter um chefe pra entregar relatório às 18h00 vem fazer comentário idiota ‘metendo o bedelho’ no trabalho alheio.
    De engenheiro de obra feita o mundo está cheio. É fácil criticar depois que está pronto – já que é tão boa/bom por que não faz um texto com direito a “toda putaraia literária” e manda pra alguém avaliar toda essa sua “capacidade”. Eu me prontifico.

    Ou faz melhor: faz como eu e ele estamos fazendo, organiza uma coletânea literária NÃO PAGA PELOS AUTORES e se esforça para fazer a coisa acontecer, julga texto por texto e mostra que vocênão é um simples engenheiro de obra feita.

    Mas duvido que você tenha a mínima capacidade de fazer isso. Você não dá valor a suas palavras ou a sua postura. Se desse, entenderia que, não importa onde elas sejam ditas ou escritas, elas são indeléveis e têm de ser tomadas com responsabilidade – não importa se num post ou num documento juramentado. A presunção da não-importância apenas demonstra tudo que atribuí a você, de irresponsável e imaturo, c.q.d.

    😄

  19. Belisel Says:

    Ta bom, ta bom.
    Diploma não faz pessoa, mas se você pensa que faz, volta pro exterior e estuda mais.
    Resumindo a coletanea é sua o fiasco é seu, então faça o que quiser.

  20. Daniel Folador Rossi Says:

    Só pra deixar uma marca: gostei de TODOS os contos do Paradigmas 1. Uns mais, outros menos, mas todos tiveram uma put* originalidade.

    Que os contos do Brinquedos Mortais sejam tão bons ou melhores o/

  21. Janaina Azevedo Corral Says:

    Realmente, diploma não faz pessoa. Faz profissional.

    Pessoa se faz com caráter, coisa que pela arrogância, você não tem nenhum. Nem vai ter nas próximas 10 vidas. E além de tudo ainda arrega e sai correndo quando, acovardada quando desafiada. Realmente…

    Tibor, CANCELA, PÁRA TUUUDO! O/a especialista (até agora não consegui descobrir o gênero) disse que vai ser um fiasco. Só nos resta dançar um tango argentino.

    ——————–

    Belisel,

    Cresce e aparece. E vira gente. Ao invés de descer a lenha por não ter argumentos e tentar levantar discórdia por querer proteger amiguinhos, vira gente grande, tá bom? É realmente chato brincar com criança cuja única diversão é achar que o brinquedinho é só dela.

    Consegue uma vida, depois a gente volta a brincar, está bem??

    ——————–

    Tibor, aliás, parábens pela conclusão da sua seleção. a minha está só no começo.

  22. Marta Says:

    Brinquedos mortais:

    Achei a iniciativa da publicação da obra e da abertura para
    autores, excelente.

    Mas o processo de seleção, em si, me pareceu estranho:
    soou muito autoritário, tipo “nós vamos julgar seu trabalho
    como preferirmos e ponto final”.

    Tá certo que um concurso literário quase sempre funciona com
    a palavra final da banca julgadora, mas há uma divulgação das
    credenciais de quem vai julgar os trabalhos, o edital regula
    todas as normas e quesitos que serão levados em conta.
    Os autores participantes concorrem com pseudônimos,
    minimizando o risco de uma preferência afetiva pelos autores
    conhecidos ou amigos. Essas medidas garantem
    um pouco mais de tranquilidade e transparência no processo.

    Agora, quem fez um trabalho que sabe ter qualidade e foi
    preterido, se sente injustiçado. Só que deveria ter reclamado
    antes, assim que tomou conhecimento de como a coisa funcionaria.
    Reclamar depois do resultado, é tarde.

    Só pra deixar claro, não sou um dos preteridos/as, pois não participei
    dessa seletiva. Opino apenas como observadora.

    De qualquer forma, considero a iniciativa de publicar a obra louvável,
    mas acho que faltou um regulamento que garantisse uma imparcialidade
    maior, inspirando mais confiança aos participantes.

    Abs,

    Marta

  23. Parreira Says:

    Bem, ‘Brinquedos Mortais’ ainda nem saiu e já está pegando fogo.

  24. Janaina Azevedo Corral Says:

    Tudo culpa do Tibor. Alguém tem que ser o culpado… 😄

  25. Tibor Moricz Says:

    Gerencio a coletânea com mãos de ferro. E a escolha de contos é baseada no meu critério de qualidade. Não houve parcialidade. Se alguém está insatisfeito o melhor a fazer é fechar o bico, porque reclamar não adianta nada. Como diria a Ana, falem com a minha mão. Isso se não falarem com o meu pé…rs

  26. Tibor Moricz Says:

    Aliás, para deixar claro que “nome” não teve vez, houve autores conhecidos que foram recusados. A única coisa que me interessa é o conto. Se for bom ou mais que bom (e tiver a ver com o tema da coletânea, já que teve contos que nada tinham a ver ou só passavam por ele de raspão), tem chance. Se não, tá fora.

  27. Bruno Resende Ramos Says:

    Em meu pequeno e modesto observar, a polêmica instaurada por aqui não se justifica. A Draco possui qualidade inquestionável e isso está comprovado em suas publicações das quais já adquiri dois títulos, lidos por completo. Acompanho a evolução da mesma e só posso dizer de sua coragem em investir em novos autores e pôr todo o seu aparato profissional a disposição de anônimos, correndo riscos em cada edição. Bem, por isso e muito mais, creio que argumentar em rede aberta algo que fere moralmente a instituição causando-lhe danos capitais é, no mínimo irresponsável, quase um crime. O direito do consumidor lhe é cabível ao consumir um produto. Nesse caso, aceitando os critérios iniciais, podemos requerer, no máximo, uma justificativa pessoal, se quiserem dispor de seu tempo para tal, o que acredito muito difícil.
    Falo assim, porque ser selecionado implica em causar certa harmonia com os interesses do editor… Um texto pode encaixar melhor na proposta editorial que outro. Nesse certame, fico à vontade para dizer tudo isso, pois não tenho minha produção entre os escolhidos, agradeço, no entanto, despenderem seu tempo na leitura de minha narrativa.
    Sem mais, desejo-lhes a todos, convergentes e divergentes sucesso e contínuidade nesse trabalho de inclusão editorial.

    Bruno Resende Ramos

  28. Dalton Almeida Says:

    Uma polêmica grande…..
    Participei da seletiva. Não passei. Paciência… é a vida e não vou morrer por isso.
    Ainda sim discordo de vários pontos destacados.
    Sobre as críticas do Belisel. Faltou-lhe tato e bom senso. Mas ele expor discordância, desde que educadamente, não é crime.
    Discordo completamente da Janaína e sua defesa de que para se criticar, o crítico tem que “saber fazer melhor”. É uma armadilha intelectual que não se sustenta. Quem disse que para se criticar, ainda que como leigo, eu preciso ser “mais capacitado”? (aliás essa lógica do “faça melhor” está bem disseminada atualmente, a ponto de já ter sido tratada várias vezes por jornalistas como Reinaldo Azevedo…será um triste reflexo da decadência nacional?)
    A crítica é livre e o que não falta no mundo são críticos bons e que não escrevem grandes obras, uma coisa independe da outra, é possível ser um leitor muito crítico e um péssimo escritor. Na MINHA OPINIÃO o objetivo de uma defesa como essa – “Só venha me criticar se souber fazer melhor”, é apenas inviabilizar o debate, além de não ser nada sustentável (e quem avalia caso o crítico se disponha a provar seu talento? O criticado?).
    Acredito que quem escreve tem que ter acima de tudo paciência e humildade para ouvir críticas, se não tem, precisa mudar de ramo. Concordar, naturalmente, não é necessário. Mas partir para métodos focados em deslegitimar o “ “ “ adversário” “ “, “escancarar currículos” e coisas do tipo, não só desvaloriza tanto empenho acadêmico (mostra que ele não trouxe muito de autocontrole e tolerância), como mostra não só um ego muito delicado, como suscita a idéia de que ele está também possa estar um pouco inflado. Achei o “bate-boca” entre Beliesel e Janaína desnecessário, em especial, por parte da Janaína. Ela perdeu uma ótima oportunidade de ignorar quem não tem bom senso.
    Concordo com a Marta a respeito das “burocracias” no processo de seleção do Brinquedos Mortais. Não duvido que os organizadores tenham feito uma seleção focada em qualidade, mas como reza o ditado “à mulher de Cezar não basta ser honesta, tem que parecer honesta”. Acredito que não custaria nem um centavo a mais terem feito um procedimento mais explicado/detalhado. Ainda que não se tenha feito nada injusto, já que quem participou se submeteu as regras.
    Tbm concordei com quem comentou negativamente a respeito do “tom” utilizado nos comunicados do Brinquedos Mortais. Achei o uso do tom “autoritário” desnecessário e beirando o deselegante. Em especial quando dos comunicados do fim do prazo de entrega e falta de tempo para leituras críticas. Acredito que as mesmíssimas informações poderiam ser passadas de forma tão objetiva quanto foram, sem dar o ar de prepotência que senti em alguns momentos. Pode ser o “humor” do organizador. Mas vale lembrar que nem todos conhecem a pessoa de perto ou seu humor. (Não me ofendi, mas tbm não me agradou como competidor, fiquei com a impressão de que “faziam um favor para mim”, o que naturalmente não era o caso, pois não é um coletânea de “caridade”).
    Por fim gostaria de parabenizar os organizadores pela proposta (que venham mais delas no futuro) e agradecer o tempo gasto na leitura de minha submissão derrotada. Quem sabe no futuro não produzo algo aceitável para outra oportunidade.

    • Janaina Azevedo Corral Says:

      Dalton,

      Você deveria ao menos ler o que está escrito. Se o Belisel tivesse criticado como leigo, como você alegou em seu argumento, com ou sem bom senso, eu ficaria caladinha. Todo mundo tem direito à crítica e isto é FATO.
      Mas no momento em que ele começou a aconselhar coisas como “Eu ate poderia falar que sim. -Leia tudo novamente!” e chamar o trabalho alheio de fiasco, ele não só foi desrespeitoso com quem trabalhou e foi aprovado na coletânea como também o foi com seus “brilhantes” colegas que não foram aprovados. E mais ainda, quando falou de “formação crítica” para se justificar, ele deu vazão a que um profissional da área quisesse contradizê-lo.
      Você é um profissional de comunicação social, se fosse na sua área e alguém falasse uma idiotice tremenda como verdade universal, você ficaria quieto, por medo de perder um bom momento de ficar calado ou de ignorar uma pessoa com falta de bom senso? Se sim, espero que reveja o seu conceito de superioridade, ele pode vir a afetar os pessoas que tiverem contato com seu trabalho.
      Não falei pra ele fazer MELHOR, falei pra ele ao menos fazer algo – coisa que a maioria desses “detentores das verdades e dos julgamentos universais” não fazem. A crítica dele não visa o crescimento, visa a destruição do conceito do outro em benefício do ego dele. Quando uma crítica é construtiva, ela usa os pontos de vista contrários a ela para se fazer ainda melhor e maior.

      —————————

      Ainda sobre o que você falou, especialmente no que concerne a uma critica às regras: o editor, seja ele de que tipo de obra organizada for, escolhe o tom com que ela será tratada. Democracia é um processo POLÍTICO e não PROFISSIONAL. Onde tem muito cacique mandando, tem muito índio sem saber a quem obedecer.

      Por experiência própria: quanto mais direcionado (e até mesmo pouco democrático e com poucas regras) for o processo, mais chances de dar certo ele tem, afinal de contas, não importa se ele é “democrático” ou “ditatorial”, “esclarecedor” ou “obscuro” – se ele dá certo, o mérito é de todos, mas se ele dá errado, quer a editora, quer os autores vão culpar / cobrar o organizador.

      E desculpe se falo bobagem, mas o tom da sua mensagem deixou um certo ar de recalque no ar: um texto, mesmo quando rejeitado num processo de seleção, não sai “derrotado” – a menos que o autor deixe seu orgulho falar mais alto, se sinta ofendido e não aprenda nada com isso, o que, pelo tom da sua escrita, é o que parece (sem ofensas e sem julgamentos como os que você mesmo fez sobre mim), afinal seu tom de falar de “faziam um favor a mim” e “coletânea e caridade” mais do que cheio de despeito foi extremamente desagradável, até para mim, que embora seja apenas uma colega de organização de obras do Tibor na mesma editora, leio isso e me sinto mal, por ver tão pouca falta de maturidade.

      O momento de fazer esse tipo de crítica era quando a coletânea ainda estava rolando – isso seria uma crítica construtiva – não agora que já acabou, você já foi rejeitado e está tentando culpar as regras por isso. Revanchismo é feio e imaturo. Parece que você ainda não saiu do jardim da infância e quer quebrar o brinquedo do outro por que o seu não é tão legal.

  29. Helena Says:

    Bom, como não participei do processo de seleção (apesar de ter achado a ideia bem interessante, estou numa fase complicada para escrever com tema dado) posso falar com isenção.

    Acho que toda antologia que depende da seleção do organizador/organizadores passa pela subjetividade deles. É inevitável e quem se submete ao crivo deve aceitar a rejeição possível. De um modo geral, são boas antologias e reclamam alguns que não entraram – como aconteceu com a coleção Paradigmas.

    Estou curiosa sobre Brinquedos Mortais e acredito que deve ter um bom nível sim.

    De resto, a polêmica é boa para dar mais visibilidade ao projeto e o Tibor adora.

    Não sei sobre sua mãe, Tibor, mas se está com problemas de saúde espero que se recupere logo, eu já passei por isto com a minha e é bem difícil

    Helena

    • Tibor Moricz Says:

      Minha mãe continua internada, Helena. Passo o dia numa correria danada, cuidando dela e dos interesses particulares que ela tem e atrás das minhas coisas; trabalho e literatura. Estou acabado. O blog se ressente. Obrigado pela preocupação.

  30. Edgard Refinetti Says:

    Parabéns aos participantes e, em especial, aos selecionados.

    Espero não ter que esperar 2012 para o lançamento.

    😉

  31. Cassionei Says:

    Eu, de minha parte, fiquei chateado, mas comigo mesmo. Poderia ter escrito algo melhor. Quanto aos critérios, ele foram bem claros, então não se pode reclamar. A questão é de gosto, e gosto de quem há anos lê e escreve FC. No meu blog eu postei o conto que havia mandado. De qualquer forma, ele surgiu a partir do tema proposto. Abraço.

  32. Camila Fernandes Says:

    O Sid tá na fita! Uhuu! Parabéns, Sid! Beijão.

  33. Interlúdio « Nerdquest e outras maneiras de ganhar XP Says:

    […] último, mas não menos importante, tive um conto selecionado pra antologia Brinquedos mortais, organizada pelo Tibor Moricz e pelo Saint-Clair Stockler para a Draco. O conto se chama […]

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s


%d blogueiros gostam disto: