De Bar em Bar entrevista Luiz Bras.

A rua estava uma confusão. Viaturas espalhadas pelos quatro cantos, multidão espremida contra os cordões de isolamento. Rádios soltando chiados de estática enquanto guardas solícitos respondiam a chamados ou faziam solicitações. Um monte de focas disputavam cada informação possível, espocando os flashes ao menor movimento policial. Observei o prédio diante de mim. Dezesseis andares, fachada envelhecida, pintura rachada. Janelas de madeira pintadas de verde. Uma combinação horrorosa.

Céu fuliginoso, com nuvens carrancudas.

Estava vestindo um sobretudo cinza, longo. Chapéu de abas curtas, sapato preto precisando uma boa engraxada. Sentia-me o próprio Al Capone. Ao meu lado, um sujeito com cabelo cortado rente, óculos grossos de grau, rádio na mão, ansioso, quase pululando ao meu redor.

Observei o cenário tentando me situar dentro dele. Puxei pela memória.

— Está lá dentro faz quarenta minutos, Tenente – disse o escovinha – o zelador deu o alarme. Foi direto para o apartamento.

— Quem? – perguntei confuso.

— Luiz Bras – disse o sujeito, olhando para mim com certa perplexidade.

Então comecei a entender algumas coisas. Estava no Bar do Joe comendo umas rosquinhas e bebendo café quando o rádio da viatura começou a tossir. Alguém ligou para a polícia delatando a presença de um assassino procurado. Pensei em não atender, mas a chefatura chamou por mim diretamente devido ao meu especial talento em negociações. Engoli a rosquinha de qualquer jeito e agora estava ali, diante daquele prédio decadente.

Ultimamente as coisas estavam mesmo tranqüilas na cidade. Pequenos delitos e contravenções. Assassinos eram raros naquelas paragens. Serviam para dar um pouco mais de sabor ao dia a dia.

— Temos alguns homens posicionados no prédio em frente, ali e ali – apontou o sujeito cujo nome era Norton – são franco-atiradores. Acompanhei o olhar dele até lá em cima e vi cabecinhas se movendo além dos parapeitos.

— Alguns homens estão diante do apartamento, apenas aguardando suas ordens.

Apalpei a algibeira. A arma estava lá.

— Não faça nada. Vou lá em cima tentar chamar o homem à razão.

Norton deu um sorrisinho.

— Gosto quando você faz isso. É divertido – ele disse, empurrando os óculos mais para cima no nariz.

— Onde está a diversão em negociar rendições?

— Você é um miserável… Mata todos, sempre.

— Assassinos não merecem viver, rapaz.

Passei por baixo do cordão de isolamento, retirando um lenço do bolso e limpando um pouco do suor do rosto. Olhei para o relógio e levei um susto com o maquinário que tinha no pulso. Não me lembrava de ter um relógio tão estiloso e com tantos botões.

Alguns policiais se afastaram diante da minha chegada. Olharam para mim com respeito. Eu era o matador de foragidos. Uma fama não muito popular com os políticos, mas bastante apreciada pelo populacho. Tirei o revólver do bolso e chequei o tambor. Com sorte não precisaria mais do que duas balas de todas as seis disponíveis.

Enquanto esperava o elevador fui rememorando as informações que tinha do bandido… Luiz Bras, escritor premiado, organizador de antologias, crítico literário. Tinha um livro dele em casa. Babel Hotel. Presente de uma ex-namorada. Esses escritores pensam que são os donos do mundo. Assassino de Nelson de Oliveira. Outro escritor. Que se matem, todos. Assim ficamos livres dessas histórias idiotas que inventam. Foragido há dias, temeu-se que tivesse fugido do país. Voltou para casa, num movimento idiota e inesperado. Mas se não fosse o zelador denunciá-lo, aquele seria o último lugar em que o procurariam.

O elevador chegou ao nono andar e abriu a porta. Dei de cara com três policiais bonachões. Dois deles tão gordos que poderiam pular pela janela. Quicariam no chão sem ferimentos.

— Caiam fora – disse num murmúrio mal humorado. Era hora de começar a vestir o disfarce de policial malvado. Eles deram de ombros, recolheram suas coisas e desceram com o elevador, levando aquela caixa barulhenta para longe dali.

Observei a porta do apartamento noventa e oito. Folha oca de madeira. Não resistiria a um chute com meia força. Encostei-me à parede ao lado dela. Retirei do bolso um maço de cigarros e fiz uma careta enquanto retirava um e o acendia. Dei uma tragada funda e soltei a fumaça devagar, vendo-a esvanecer, rapidamente desfeita por uma corrente de ar que soprava pelo vão livre da escadaria. Pigarreei e dei duas batidinhas na porta, a guisa de boa educação. Não ia derrubá-la sem antes lembrar ao fugitivo de que o negociador havia chegado.

— Luiz Bras! – chamei. Não tive nenhuma resposta.

— Escritor, não é? Deve ser fascinante… – engoli em seco. Estava prestes a afirmar uma coisa que não sentia nem acreditava. Mas era parte do ofício mentir bem –… Construir mundos e dirigi-los como um Deus. Isso deve fazê-lo se sentir bem.

O danado manteve o silêncio. Cocei o bigode que não tinha e mordi o lábio superior. Voltei a aproximar a mão esquerda da porta para mais duas batidinhas rápidas. Ia irritá-lo antes de dar um fim àquela lengalenga. Um disparo me conteve. Empalideci. Um buraco na porta, centímetros da minha mão. Recolhi-a, estremecendo. Tremendo filho da puta, esse Luis Braz.

— Quer complicar as coisas, hein, seu merda? – saquei meu revólver, agachei devagar me colocando de cócoras. Apontei a arma de baixo para cima num ângulo aproximado de sete ou oito graus e puxei o gatilho duas vezes. Puto da vida por gastar mais balas do que havia pretendido inicialmente. Ouvi um estalido, cacos se espalhando e o homem praguejar.

— Era o vaso de vovó – falou o homem, saindo finalmente de seu mutismo – e vovó amava esse vaso!

Bizarro. Trocávamos tiros e o homem lá dentro se preocupava com o vaso da vovó.

— Que tal sair daí com as mãos para cima? – instiguei-o a se entregar. Estava pensando no Bar do Joe e em mais algumas rosquinhas.

— E por quê? O que fiz?

Era normal que assassinos não se achassem criminosos. Que considerassem seus crimes atos de benevolência, realizados em prol da humanidade.

— Matou Nelson de Oliveira – Sempre me senti um idiota em reafirmar aos criminosos os seus crimes. Como crianças que a gente precisa ficar lembrando de suas peraltices.

— Eu não o matei. Não nesse sentido. Pra quê a polícia? Pra que tudo isso? Que porra de loucura é essa toda?

Estava na hora de trocar de disfarce. Tirar o de policial malvado e colocar o de policial psicólogo. O cara não se achava um assassino. O que eu disse sobre eles não se acharem criminosos? Bingo!

— Quem foi Nelson de Oliveira? Quem é Luiz Bras? – perguntei enquanto mastigava carinhosamente a bituca de cigarro e coçava atrás da orelha com o cano do revólver.

— Nelson de Oliveira foi o cara dos contos de humor negro e dos romances nem um pouco realistas, com longos trechos delirantes, em que o estranho e o nonsense dão as cartas. Luiz Bras é o cara que leu apaixonadamente Kafka, Cortázar e García Márquez, mas jamais perdeu o tesão por Ray Bradbury, Asimov e Philip K. Dick, autores que ele leu antes de ler todos os outros, na adolescência, e continua relendo até hoje. O primeiro publicou, de 1997 a 2009, catorze livros de ficção mainstream. O segundo publicou até agora dezenove livros para jovens leitores, a maioria escrita a quatro mãos com Tereza Yamashita, e vai lançar ainda este ano sua primeira coletânea de contos para o público adulto, intitulada Paraíso líquido. Aquele abandonou a prosa de ficção em 2009 pra se dedicar exclusivamente à teoria literária, à organização de antologias temáticas e às oficinas de criação literária. Este abraçou pra valer a ficção científica e a fantasia, gêneros que pretende exercitar fervorosamente até que a morte o separe dos livros.

Fiquei embasbacado com a verborragia. O homem resolveu falar. Ri intimamente com a crença de que o cara ainda acreditava que iria lançar alguma coisa esse ano. Mas acertou em cheio quando vaticinou a própria morte o separando dos livros. Voltei a olhar para o relógio e imaginei quantos minutos ainda faltavam para dar um tiro na cara do sujeito.

— Braulio Tavares diz que opor o realismo à FC é como opor o jazz aos Beatles. Para ele, não faz sentido. Não se excluem, se completam mutuamente. Essa é uma opinião divergente do que se escuta e lê por aí. Você mesmo apregoa a necessidade do realismo se render à riqueza do gênero e buscar nele fontes de inspiração. São pensamentos conflitantes ou você vê convergência de opiniões?

Terminei a pergunta e senti o ar me faltando. Mas que merda de pergunta era essa? De onde eu havia tirado essa questão?

— É o Tibor que está aí fora? – perguntou o Luiz – é você, não é? Que porra é essa? Que está acontecendo? Porque a polícia está atrás de mim? Era pra ser uma entrevista, não uma caçada!

Tibor? Tibor? Quem é esse Tibor?

— Responda logo, carajo! – agarrei-me à parede, tonto. Joguei a bituca pelo vão livre da escadaria. Alguma coisa estava muito errada e eu não sabia o quê.

— Concordo com o Braulio, não faz sentido algum opor Thelonious Monk aos Beatles, ou John Coltrane ao Pink Floyd. Esse tipo de antagonismo é tolo, porque empobrece o indivíduo, que acaba perdendo uma boa oportunidade de conhecer esferas poéticas diferentes. Mas no mundo em que eu vivo, habitado praticamente por autores, professores e leitores de alta literatura, é isso o que acontece: a oposição burra. Nesse meu mundinho, tudo o que não é Clarice Lispector ou Guimarães Rosa não tem valor. A questão é que eu vejo o mesmíssimo valor também no Dick e no Bradbury. E não suporto mais os mesmos velhos temas sendo tratados e retratados infinitamente pelo mainstream: a periferia das grandes cidades, as crises conjugais, a juventude transviada, o artista e seu umbigo, a boçalidade da classe média etc. Digo que esses escritores precisam renovar o estoque de assuntos. E voltar a se preocupar tanto com o enredo, tido como elemento menos importante em um conto ou romance contemporâneos, quanto com a bendita forma literária.

Agachei-me até ficar de cócoras. Sentia um formigamento insistente na ponta dos dedos e um tremor estranho na língua. Um buraco no estômago, também. Estava nervoso e não sabia por quê. Assuntos fervilhavam na minha cabeça, perguntas que eu precisava fazer para aquele cara. Mas eu não entendia de onde as questões surgiam.

— Nelson de Oliveira bebeu em fontes da FC muito antes de surgir o Luiz Bras. A antropofagia que fez eclipsar o Nelson, certamente trabalhou com a absorção dessa cornucópia de conhecimentos anteriores. Luiz Bras é hoje um autor mais preparado territorialmente (dentro das áreas do gênero e do mainstream) que Nelson de Oliveira? Luiz Bras veio definitivamente pra ficar?

Fiz a pergunta e deixei-me cair sentado no corredor. O suor começava o porejar em minha fronte. Olhei o relógio e o estranhei ainda mais.

— É o Tibor, né? – perguntou Luiz Bras, insistente.

Levei as mãos à cabeça, confuso.

— Essa é uma realidade alterada, cara. Lembra? Seu relógio quântico. Esse que deve estar no seu pulso. É ele que cria essas distorções. Você não é um policial. Eu não sou um assassino. Sou só um escritor tentando responder a uma entrevista. Você é um entrevistador, mas também escritor.

Ofeguei, nessa hora. Eu, escritor? O babaca estava tentando me confundir.

— Há dois anos Nelson sentiu que já não tinha mais nada a dizer, pelo menos não na forma de um conto ou de um romance – começou Luiz Bras – Ele percebeu que o ciclo iniciado com seu primeiro livro, Naquela época tínhamos um gato, havia se encerrado com o último, Babel Babilônia. Foi quando eu assumi pra valer o controle de nossa mente, ao menos no campo ficcional. Não posso garantir que hoje eu seja um autor mais preparado territorialmente, mas estou convencido de que sou um autor mais maduro, melhor paramentado para o combate. Já não caio nas mesmas armadilhas em que caía na década de 90. Perdi todas as ilusões românticas relacionadas ao mundo literário, posso até dizer que troquei a visão religiosa pela darwinista. Hoje eu vejo claramente todos os nuances da luta de classes literárias que sacode o mercado editorial. Mas estou falando de um darwinismo não-determinístico, se isso é possível. Em comunhão com os filósofos, os matemáticos e os físicos de hoje, acredito que o sucesso é governado por uma conspiração de fatores pequenos e aleatórios, isto é, pelo acaso, pela sorte. Talento e determinação são e serão sempre necessários, é claro. Mas sem sorte você não atravessa a rua.

Levantei-me não sem pouca dificuldade. Estava apalermado com a ousadia do desgraçado que tentava me perturbar, acusando-me de ser quem não era. Mas não pude evitar olhar para o relógio uma enésima vez. Era estranho e não me lembrava dele. Onde o tinha comprado? Precisava virar o jogo, precisava fazê-lo confessar. Precisava ser hábil.

— O recurso de um heterônomo, além de evidenciar a supressão de uma de suas personalidades, denota uma espécie de “assassinato”. Você está preparado para viver com sentimentos de culpa? Ou isso não o preocupa de jeito nenhum?

Luiz Bras se manteve quieto alguns instantes. Senti que a cabeça dele devia estar fervilhando com a questão. A resposta seria determinante para minha ação seguinte.

— Concordo com a metáfora do assassinato. Quando empurrei o ficcionista Nelson de Oliveira da borda do abismo, a sensação de liberdade foi tão grande que na hora eu não pensei na culpa. Eu precisava de mais espaço e ele estava atrapalhando, um dos dois tinha que desaparecer. Sobrou o outro, o Nelson ensaísta e professor de literatura. Talvez por isso mesmo, pelo fato de ter sido meio assassinato, o sentimento de culpa pelo crime ainda não tenha aparecido.

Bingo! Ele havia confessado.

Não perdi mais tempo. As palavras ainda ressoavam quando me afastei meio passo da porta e acertei nele um violento coice. Arma nãos mãos me atirei para dentro. Cambaleei desnorteado até trombar com uma poltrona. Luiz Bras estava atrás dela, agachado, pernas flexionadas, cabeça baixa, quase entre os joelhos. Uma posição típica de alguém com evidentes sentimentos de culpa. Caí rolando sobre ele, tentei firmar o revólver na mão, mas ela estava escorregadia. Agarramo-nos pelas lapelas, abraçamo-nos furiosamente e começamos a rolar pelo chão. Eu tentava virar o punho de forma a apontar a arma para a cabeça dele. Ele tentava virar o próprio, aparentemente com a mesma intenção. Grunhíamos, resfolegávamos, sibilávamos um contra o outro.

— Escritor de merda. Assassino miserável. Vou te matar!

— Realidade alterada… Realidade alterada… O relógio… O botão.

Minha arma disparou. A bala resvalou no chão, ricocheteou na parede atrás de nós e atravessou o tubo da televisão, provocando um rápido estrondo.

— Um escritor a menos no mundo! Você vai ver…

— O botão, merda! O botão!

Consegui virar a arma do jeito que eu queria. Seria o quarto disparo. Dois a mais que o planificado. Mas esse seria mortal e definitivo. Apertei o gatilho ao mesmo tempo em que ele desvencilhou uma das mãos e agarrou meu relógio, apertando os botões de maneira desencontrada.

Escutei a explosão do disparo enquanto me sentia sugado como que por um aspirador de pó gigante. Girei e rodopiei até perder os sentidos.

Fui despertar tempos depois, em casa. Estava perturbado, com as idéias atrapalhadas. Mas me lembrei pouco a pouco do acontecido. Fiquei aterrorizado quando me dei conta de que a alteração de realidade havia reprogramado minha própria identidade. Soube que o Luiz Bras estava bem. Sem ferimentos, fora o evidente trauma. As entrevistas estão cada vez mais perigosas. Considero a possibilidade de cancelar as próximas.

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9 Respostas to “De Bar em Bar entrevista Luiz Bras.”

  1. ThyNuzzi Says:

    Olha Tibor, parabéns!
    A série de entrevistas do Bar em Bar está ótima!!
    Continue assim e se eu fosse você dava uma olhada melhor no relógio. Se ele continuar assim, pode encontrar um lugar que em sua mente é “o ideal para se viver” e te aprisionar lá.
    Mas relaxa, se isso aconteçer nós vamos te buscar!
    Abraços e melhoras para você e sua mãe.

  2. uberVU - social comments Says:

    Social comments and analytics for this post…

    This post was mentioned on Twitter by tmoricz: De Bar em Bar entrevista Luiz Bras.: http://wp.me/pAp8d-tN

  3. Luiz Bras Says:

    Estou bem, realmente, mas não está sendo fácil voltar pra casa. A acusação de assassinato ainda pesa, apesar de o corpo de Nelson de Oliveira não ter sido encontrado e, conseqüentemente, não haver ainda um crime a ser julgado. O problema maior foi, durante a luta, eu ter sido deslocado no tempo e no espaço. Cheguei nu, distante de tudo e de todos. Afanei roupas e comida, e agora estou mais uma vez fugindo. De lan house em lan house. De cidade em cidade. De livro em livro.

  4. Parreira Says:

    Tô começando a achar que De Bar em Bar é prejudicial à saúde. Só resta saber de quem: dos entrevistados ou do entrevistador. Esta última, aliás, foi difudê: quem o entrrevistado, quem o entrevistador? Darwinismos à parte, creio que ‘só o relógio salva!’.

    Tá meio confuso este comentário. Não falei…

  5. Alvaro (Pai Nerd) Says:

    Extremamente bem humorada.

  6. Roberto de Sousa Causo Says:

    Há alguns exemplos de brasileiros que começaram na FC e depois “se graduaram” no mainstream, mas o caso de um autor consagrado no mainstream que se volta totalmente para a FC é só um. Luiz Bras é único.

  7. Marcelo Bighetti Says:

    Oi Tibor; Mais uma entrevista ótima e inovando de maneira brilhante, só senti que fugiu um pouco da proposta pelo episódio não ter ocorrido dentro de um bar.

    • Tibor Moricz Says:

      Se você puxar pela memória, a entrevista com o Causo também não aconteceu num bar. Meu relógio quântico está programado para realizar suas estripulias quânticas em mesas de bar, mas vem sistematicamente contrariando sua programação. Lamento por isso, mas fazer o que? Só torcer para que as próximas se atenham à essa programação. Se não, lamentar. De qualquer forma, o importante é que elas sejam sempre surpreendentes. Que os leitores se divirtam muito. Um adendo: todas as semanas, vários leitores de fora vêm ler essas entrevistas utilizando o tradutor do Google. No caso do Braulio foram 7, no do Calife foram 5 e no do Causo foram 4. Todos do português para o inglês. Só um (Braulio) foi do português para o Francês. Público internacional, cara! Quer coisa melhor?

      • Marcelo Bighetti Says:

        Verdade, tinha me esquecido. Puxa fiquei feliz em saber que suas entrevistas estão ultrapasando as fronteiras. Parabéns de novo. Desculpe te cobrar mas serei o mais chato em querer ver a entrevista do Tibor. Abraço!

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