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O Baronato de Shoah. Steampunk na veia.

25/01/2011

O Baronato de Shoah – A Canção do Silêncio é o romance de estreia de José Roberto Vieira, uma emocionante aventura épica em um mundo fantástico e sombrio. Passado, presente e futuro se encontram com a cultura pop numa mistura de referências a animações, quadrinhos, RPG e videogames. Considerado o primeiro romance nacional pensado na estética steampunk, o mundo de O Baronato de Shoah une seres mitológicos como medusas e titãs a grandes inventos tecnológicos.

Desde o nascimento os Bnei Shoah são treinados para fazerem parte da Kabalah, a elite do exército do Quinto Império. Sacerdotes, Profetas, Guerreiros, Amaldiçoados, eles não conhecem outros caminhos, apenas a implacável luta pela manutenção da ordem estabelecida.

Depois de dois anos servindo o exército, Sehn Hadjakkis finalmente tem a chance de voltar para casa e cumprir uma promessa feita na infância: casar-se com seu primeiro e verdadeiro amor, Maya Hawthorn.

Entretanto, a revelação de um poderoso e surpreendente vilão põe Sehn perante um dilema: cumprir a promessa à amada ou rumar a um trágico confronto, sabendo que isso poderá destruir não só o que jurou amar e proteger, mas aquilo que aprendeu como a verdade até então.

Sobre o autor:

José Roberto Vieira

Nasceu em 1982, na capital de São Paulo. Formado em Letras pela Universidade Mackenzie, atuou como pesquisador pelo SBPC e CNPQ, atualmente é redator e revisor. Teve contos publicados na coletânea Anno Domini – Manuscritos Medievais (2008) e Pacto de Monstros (2009). BLOG www.baronatodeshoah.blogspot.com

O Baronato de Shoah – A Canção do Silêncio

Autor: José Roberto Vieira
Gênero: Literatura fantástica – romance
Formato: 14cm x 21cm
Páginas: 264 em preto e branco, papel pólen bold 90g
Capa: Cartão 250g, laminação fosca, com orelhas de 6cm
Preço de capa: R$ 46,90

Mercado editorial e seus esconjuros e sortilégios.

26/01/2010

Dentre todos os lançamentos desse ano na Editora Draco, existem três obras de autores que são novatos. Os romances: Baronato de Shoah, Annabel e Sarah e a antologia Dias estranhos (José Roberto Vieira, Jim Anotsu e Saint-Clair Stockler respectivamente).

Sabemos das dificuldades para emplacar um romance numa editora (e me refiro a uma tradicional, e não por demanda. Nessas, qualquer um com grana faz). Existem milhares de pretendentes a escritor, desses algumas dezenas com algum talento e desses, apenas um ou dois, munidos de patuás, com a sorte de conseguir.

Dentre as histórias de sucesso nesse concorridíssimo mercado (não me refiro ao sucesso de vendas, mas ao de simplesmente conseguir publicar), existem ainda outras que parecem reforçar essa aura de mistério indissolúvel que o mercado editorial transpira. Quando, por exemplo, um autor não só consegue publicar um romance, mas DOIS num mesmo ano. Está aí a prova de que reza brava e ebós as vezes fazem a diferença.

Estou falando de Carlos Orsi, que vai emplacar A guerra justa e O nômade em 2010. E isso também não é para qualquer um (também não é para qualquer um beber um legítimo Scotch com gelo milenar. Orsi é o verdadeiro sub-zero man).

Carlos Orsi:

“O segundo romance é o Nômade, um juvenil que havia escrito sob encomenda de uma editora da área há vários anos (nem me lembro bem de quando; por volta de 2005, acho).

O fato é que a tal da editora, depois de ter o texto pronto, ficou cozinhando o galo um baita tempo — diziam que o romance estava aceito, mas não tomavam nenhuma atitude a respeito… nem me mandavam contrato, nem mexiam uma palha para publicá-lo — e, quando o saco finalmente estourou, em 2009, mandei tudo às favas e publiquei o livro de graça no Scribd, como PDF.

Graças à publicação no Scribd e à “mídia” que a publicação gerou (por exemplo, as resenhas que pipocaram online) outra editora de papel, que vinha buscando material para lançar sua própria linha de ficção juvenil, resolveu encampá-lo. Não digo o nome da casa editorial agora porque não sei se a inauguração da linha, que ainda deve levar uns meses, é algum tipo de segredo comercial ou não…

A negociação foi bem simples: mandaram-me um e-mail, conversamos por telefone, enviaram-me um contrato com previsão de tiragem e participação nas vendas, e voilà!

Quanto à coincidência, a bem da verdade acho que o fator inesperado nessa história foi o surgimento da Draco; a conversa para soltar o Nômade já estava bem adiantada quando o Erick começou a coligir o material para a editora nova. Além disso, há o fato estatístico de que tenho tanto material flutuando por aí que cedo ou tarde um ponto desses fora da curva ia acabar acontecendo.

E falando em estatísticas, fiz uma conta rápida outro dia: digamos que a chance de um livro deixar seu autor rico num dado ano seja de 2%. Lançando dois, a minha cresce para 1-(0,98)^2, ou 3,96%. Para ter uma chance superior a 50% eu precisaria lançar uns 36 volumes em 12 meses. Não cheguei lá ainda, mas quem sabe um dia…”

Considerando correta a estatística do Orsi, ficar rico publicando é bem mais fácil que acertar na mega sena. Então vamos escrever, gente.


Pedro Moreno

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