Posts Tagged ‘Brinquedos Mortais’

Saiu! Saiu! Corre, lá! Brinquedos Mortais na Amazon!

20/06/2012

Depois de um longo e tenebroso inverno, Brinquedos Mortais aporta na Amazon e fica a disposição de quem quer lê-lo prioritariamente em formato digital. O carro abre-alas prepara a vinda do livro em formato impresso, o que deverá ocorrer oportunamente.

Organizada por Saint-Clair Stockler e por mim, reunimos 12 autores que oferecem universos díspares e, ao mesmo tempo, convergentes. Dialogamos com o inusitado, o assustador, o cômico e o repulsivo. Burilamos nossos textos com cuidado cirúrgico; caprichamos na prosa para oferecer a vocês uma excelente literatura de entretenimento.

Ataíde Tartari , Braulio Tavares, Brontops Baruq, Carlos Orsi Martinho, João Marcelo Beraldo, Lucio Manfredi, Nelson de Oliveira, Pedro Vieira, Roberto de Sousa Causo, Saint-Clair Stockler, Sid Castro e Tibor Moricz.

Convidamos vocês a compartilhar essa fascinante e mortal experiência. Além do que, trata-se de uma boa seleção de contos por apenas $9,90 – baratinho, baratinho…

http://www.amazon.com/Brinquedos-Mortais-Portuguese-Edition-ebook/dp/B008CSFWMI/ref=sr_1_1?ie=UTF8&qid=1340194024&sr=8-1&keywords=brinquedos+mortais

Está esperando o quê? Corre, lá. Compre e depois nos diga o que achou. 🙂

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Capa da coletânea Brinquedos Mortais revelada.

22/03/2012

Brinquedos Mortais nasceu a partir do conto de Saint-Clair Stockler que, mesmo curto, me causou impacto. Enxerguei na mesma hora a possibilidade de ampliar o universo que aquele conto apenas permitia entrever e idealizei essa coletânea. A Editora Draco abraçou a proposta e pusemos, então, mãos a obra. Poderíamos tê-la aberta inteira para submissões, mas nos preocupamos prioritariamente com a qualidade literária e, para evitar longas buscas e exaustivas análises, achamos por bem convidar seis integrantes, certos de que não nos decepcionariam (e, de fato, não nos decepcionaram).

São eles: Ataíde Tartari, Braulio Tavares, Carlos Orsi Martinho, Lúcio Manfredi, Luiz Bras e Roberto de Sousa Causo.

As outras quatro vagas nós as deixamos para a disputa de contendores hábeis. E que vencessem os melhores. Foram muitas as submissões e algumas delas tão boas que nos causaram verdadeira dor deixá-las de fora.

Os quatro selecionados foram:  Brontops Baruq, João Beraldo, Pedro Vieira e Sid castro. Com as narrativas dos organizadores, a coletânea perfaz ao todo doze contos.

Sinopse oficial:

Brinquedos mortais, uma coletânea organizada por Saint-Clair Stockler e Tibor Moricz, reúne 12 autores que apresentam universos díspares e, ao mesmo tempo, convergentes, dialogando com o inusitado, o assustador, o cômico e o repulsivo. Burilam seus textos com cuidado cirúrgico, capricham na prosa para oferecer aos leitores uma excelente literatura de entretenimento.

Bonecos cheios de más intenções, brinquedos ameaçadores, jogos estranhos e perigosos. Narrativas onde a morte é uma constante e onde a vida em todas as suas formas está sempre por um fio.

Ataíde Tartari , Braulio Tavares, Brontops Baruq, Carlos Orsi Martinho, João Marcelo Beraldo, Lucio Manfredi, Nelson de Oliveira, Pedro Vieira, Roberto de Sousa Causo, Saint-Clair Stockler, Sid Castro e Tibor Moricz convidam os leitores a penetrar em mundos ameaçadores e a compartilhar essa fascinante e mortal experiência.

Breve sinopse de cada conto:

• Um FDP blindado (Ataíde Tartari)

Numa releitura de Dorian Gray, o conto narra a cabulosa história de Dagá, um rapaz protegido de todas as terríveis consequências de seus atos por um incrível artefato Hi-Tech.

• HAXAN (Braulio Tavares):

Num futuro próximo, um grupo de garotos se diverte praticando pequenas transgressões, fugindo das milícias armadas, e usando aparelhos de realidade virtual com fins educativos para brincadeiras violentas.

• Astronauta (Brontops Baruq)

“As câmeras de observação de raios-x já foram objetos de uso puramente militar. Hoje qualquer camelô vende uma de brinquedo tão boa quanto as usadas pelo Exército. Com estes binóculos, é possível acompanhar a rotina e os rituais de um estranho casal, que mora no edifício em frente. Dentro de alguns minutos, será chamada a polícia. Não é maldade, é apenas outra brincadeira.”

• Grande Panteão (Carlos Orsi):

Deuses ou brinquedos? No grande panteão, sacerdotes de todas as crenças e divindades preparam seus encantos para o festival, mas nem tudo que parece mágica realmente é: engrenagens, carvão e vapor criam os milagres a que milhares de peregrinos esperam assistir.

• Brinquedo perfeito (João Beraldo)

Explorar o espaço pode ser mais fácil do que lidar com uma adolescente. É o que descobre Thiago, viajante espacial e pai solteiro. Tentando se aproximar da filha, compra em uma de suas viagens o presente perfeito.

• Hipocampo (Lúcio Manfredi)

Um game, um cavalo marinho, labirintos intermináveis e mundos paralelos. Cuidado com suas escolhas. Elas podem mudar drasticamente o mundo à sua volta.

• Daimons (Luiz Bras)

Daimons (antiga palavra grega que significa espíritos) é sobre um grupo de brinquedos inteligentes conspirando contra a hegemonia humana. Os brinquedos querem tomar o poder e pra isso precisam da ajuda das crianças, que eles tentam manipular a seu favor. Nesse conto, os brinquedos agem como consciências más, sussurrando ordens no ouvido das crianças, torturando as mais desobedientes.

• Austenolatria (Pedro Vieira)

Em Austenolatria, o estranho fetiche de um professor de literatura inglesa pelas heroínas da obra de Jane Austen deixa de ser inofensivo quando provoca ciúmes em Elizabeth Bennet e seu seleto círculo de amizades.

• Um herói para Afrodite (Roberto de Sousa Causo)

Tudo começa quando Leandro Vieira adquire, por uma pechincha, uma estatueta, estranhamente erótica, de uma mulher de beleza estonteante. Uma brincadeira revela que a deusa representada na estátua o quer como seu herói. O preço a pagar é, porém, muito alto.

• O homúnculo (Saint-Clair Stockler) 

A mais perfeita engenharia genética. Homúnculos para o deleite, para o prazer de adquirentes perturbados pela rotina. Uma brincadeira que deixa de ser divertida para começar a ser dolorosa.

• O segredo do McGuffin (Sid Castro)

Nos sombrios módulos da mais antiga Estação Espacial do Universo, na gigantesca Central da Galáxia, o detetive Sol Spada enfrenta a sedução de uma sereia laureana, a ameaça de gangsteres alienígenas e a desconfiança de um policial robô de dúbia honestidade, enquanto busca o McGuffin, um artefato dos Primordiais que pode conter… o Segredo do Universo!

• Boneca Dendem, feliz quem a tem (Tibor Moricz)

A ânsia de sentir o plástico e os circuitos internos de seus corpos substituídos por carne e sangue, move um a um os bonecos de uma cidade inteira numa viagem ao passado na busca incansável dessa realização.

***

Fiquem ligados que o lançamento é breve, muito breve… 🙂



Brinquedos Mortais e outros assuntos.

27/02/2012

Novos projetos

Estive afastado de meu blog por um longo período. Desde a última postagem, pouco mais de dois meses de ausência. Encontrava-me em mergulho profundo num novo romance de ficção científica; tão mergulhado que ignorei várias submissões cujas deadlines estavam dentro ou perigosamente próximas do horizonte de eventos de meu romance. Esse projeto me absorveu por completo. Passou pelas mãos hábeis de três leitores beta e ainda está nas mãos de mais dois. Depois deles, entregarei o romance a um sexto leitor, cujo nome não defini (aceito sugestões e solicitações). Ainda não fechei com nenhuma editora. Não tenho pressa.

Comecei paralelamente um novo romance, esse de Fantasia. Não é comum escrever um seguido do outro; geralmente me dou alguns meses de intervalo. Uma espécie de período de desintoxicação. Mas a ideia brotou com força e pediu para ser colocada no papel. Não devo afrontar a musa. Quem é escritor, sabe o que estou dizendo.

Coletâneas

Embora tenha me afastado das submissões, fui convidado para algumas coletâneas e os contos que produzi foram em data anterior ao “mergulho” (com exceção de um deles para o qual já estava comprometido. Sinto um pouco que o resultado do conto, escrito meio que sob pressão, não tenha sido inteiramente do meu agrado). Assim, em 2012 estarei presente em pelo menos 6 coletâneas. Cinco delas como convidado e noutra como organizador, o que me leva a outra questão:

Brinquedos Mortais

Os autores aprovados nessa coletânea devem ficar tranquilos. O processo de publicação vai de vento em popa e não deve demorar a divulgarmos a capa definitiva (o trabalho de elaboração está em andamento e os rascunhos entusiasmam). Logo, logo teremos uma excelente seleção de contos numa obra que reúne os melhores nomes da FC nacional.

Leituras

Enquanto escrevo um romance, não leio. Sempre fui assim. Então estou sem ler livros desde setembro. Faço leituras esporádicas de revistas, jornais, panfletos, rótulos de xampu. Estou com uma revista Piauí nas mãos há duas semanas e só li até agora uma matéria. Estou na entressafra e não sei quando vou abrir as páginas de um livro novamente (talvez demore mesmo… devo receber meu Kindle Fire nessa semana :)).

E por enquanto, é isso.

E como anda Brinquedos Mortais, hein?

10/01/2011

Muita gente deve estar se perguntando como anda a coletânea Brinquedos Mortais, que estava prevista para sair em 2010, publicada pela Editora Draco e organizada por mim e Saint-Clair Stockler.

Nem sempre as coisas acontecem como a gente quer. Fatores externos à nossa vontade acabam atrapalhando algumas programações.

Assim como aconteceu com O Peregrino, cuja publicação estava prevista para 2010, a coletânea Brinquedos Mortais também foi deixada para 2011. Mais provavelmente para o período de junho/julho.

Espero que todos os autores envolvidos no projeto se tranquilizem. Logo, logo nossos trabalhos estarão sendo publicados. Afinal, o tempo passa rápido (ainda mais depois que a gente ultrapassa os 50) e quem esperou até agora, espera um pouquinho mais 🙂 .

Raspando o tacho.

09/04/2010

Além dos contos finalmente aprovados, houve outros que chamaram a minha atenção, embora não tenham atendido aos critérios objetivos e/ou subjetivos da submissão para a coletânea Brinquedos mortais. Eu os encaminharei à Editora Draco recomendando-os para um futuro número da Coleção Imaginários. Claro que esses contos serão relidos e se o editor Erick Santos achar por bem recusar um ou outro, isso será feito.

De qualquer forma, parabéns aos autores pelo trabalho.

São eles:

• Penélope – Gabriel Boz
• Brinquedo Sórdido – Davi M. Gonzales
• Seleção Natural – Alícia Azevedo
• Sinos do Inferno – Albarus Andreos
• Um homem de verdade – Marcelo Galvão
• Robodisatva – Cirilo Lemos
• Ébernaldo – Osiris Reis

Claro que ninguém é obrigado a aceitar essa indicação. Se não quiserem que seus contos sejam remetidos para a apreciação da Editora Draco, reclamem, protestem, batam os pés, gritem, esperneiem…

Vou achar que enlouqueceram.

Brinquedos Mortais anuncia autores selecionados.

05/04/2010

Foram, desde o início do chamado de submissão até agora, mais de quatro meses. Tempo bastante para convidados e concorrentes prepararem seus trabalhos, exercitarem sua prosa e, com talento, ajudarem a construir uma boa coletânea.

Já estava mais que na hora de trazer a público os vencedores entre os candidatos às quatro vagas restantes, sendo que as outras oito já estavam reservadas aos autores Luiz Bras, Carlos Orsi, Lúcio Manfredi, Braulio Tavares, Roberto de Sousa Causo, Ataíde Tartari, Saint-Clair Stockler e Tibor Moricz.

Foram mais de 50 contos enviados. Muitos fragilíssimos, alguns razoáveis e alguns muito bons. Fazer a escolha final não foi fácil e fiquei pendente entre dois autores por bastante tempo, evitando decidir sem ter certeza absoluta de não estar cometendo alguma injustiça.

Os quatro escolhidos são:

1- Sid Castro com McGuffin.

2- João Beraldo com Brinquedo perfeito.

3- Brontops Baruq com Astronauta.

4- Pedro Vieira com Austenolatria.

Meu muito obrigado a todos os que mergulharam de cabeça nesse projeto, contribuindo com seus trabalhos, aprovados ou não.

Agora é tocar a bola para a frente, que as livrariam nos esperam.

Brinquedos mortais está no fim.

24/03/2010

Brinquedos Mortais vive momentos de decisão. De todos os contos recebidos, existem seis deles aprovadíssimos. O problema é que só há quatro vagas. Pretendo resolver a pendenga ainda esta semana e anunciar os quatro finalistas na próxima segunda-feira.

Como era esperado, muitos contos foram enviados de última hora. Alguns chegaram depois da hora. Muitos estavam distantes do tema proposto e muitos não tinham qualidade nem para serem aprovados pela mamãe do autor.

Foi uma ciranda de leituras atentas e algumas irritadas.

Existem contos não aprovados, mas bastante bons que vou indicar para outras coletâneas, se os autores não se incomodarem com isso, claro.

E, finalmente, chegamos ao final de um processo instigante, curioso e cansativo.

Fiquem no aguardo. Agora só faltam poucos dias.

Brinquedos Mortais encerra fase de submissão.

01/03/2010

Agora é oficial.

O prazo de submissão para os candidatos às quatro vagas restantes da coletânea Brinquedos Mortais se encerrou ontem à meia-noite. Nos últimos três dias chegaram bastantes contos, comprovando, afinal, que o brasileiro gosta mesmo é de deixar tudo para a última hora.

Existem, já, dois contos selecionados. Os outros dois deverão ser escolhidos nos próximos dias. Se, contudo, dos contos em mãos, uma ou as duas vagas restantes não forem preenchidas, não nos acanharemos em convidar autores não participantes (nem através de convite, nem através de submissão) na tentativa de preenchê-las.

Nem passa pela nossa cabeça estender o prazo de submissão, dando novas chances a novos candidatos.

Agradecemos a todos que exercitaram sua narrativa e nos mandaram seus trabalhos.

Recebemos de alguns a solicitação de uma leitura crítica, avaliativa, de seus contos. Não faremos isso. Demandaria um tempo de que não dispomos, assoberbados por compromissos pessoais, além dos assumidos com essa coletânea.

Brinquedos Mortais segue seu curso.

Cadê os contos?

27/01/2010

No último minuto, da última hora, do último dia de fevereiro se encerrará o prazo para o envio dos contos dos que se propõe a testar o talento, numa disputa acirrada para fazer parte do time de autores convidados da coletânea organizada por mim e por Saint-Clair Stockler.

Sabemos que essa não é uma tarefa fácil, já que as avaliações serão rigorosas. E justamente por isso nos perguntamos se a quantidade de contos enviados até agora, que foi ínfima, na casa da dezena, reflete exatamente o temor dessa disputa. Ou se, por outro lado, como bons brasileiros, estejam, quase todos, deixando para a última hora o envio dos seus trabalhos.

Esperamos que seja a última opção, embora ela nos obrigue a ler inúmeros contos num prazo exíguo de tempo, numa corrida insana contra o relógio.

Só para deixá-los preocupados, adianto que dos dez contos recebidos lemos até agora quatro. E desses quatro nenhum se salvou.

Essa foto é pra vocês se estimularem.

Afiem as lâminas, vistam as armaduras, empunhem suas espadas.

O bicho tá pegando.

ADENDO DE ÚLTIMA HORA – Acabei de ler um conto enviado e tenho o prazer de informar que foi pré-selecionado. Isso não significa que está garantido, mas é um quase um gol de letra.

Brinquedos Mortais quebra recorde do blog.

08/12/2009

Só nos três primeiros dias de chamada para a coletânea, o artigo teve um número de acessos surpreendente. 824 hits. Claro que muitos voltaram mais de uma vez para reler o chamado. Mesmo assim a quantidade de interessados é grande.

Prevejo bastante trabalho se todos resolverem entregar os contos nos últimos dias do prazo oferecido. Faço, então, um pedido. Não, uma súplica. Procurem entregar seus contos antes do limite para que tenhamos TEMPO hábil de ler e avaliar cada um com a atenção merecida.

E pau na tábua, que essa coletânea vai ser um sucesso.