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E o ganhador de Paraíso Líquido é…

22/07/2010

O sortudo da vez (e dessa vez, sortudo mesmo), foi Marcel Breton. Favor entrar em contato com a nossa assessoria, solicitando o envio da obra prima de Luiz Bras. Se morar perto, chega logo. Se morar longe vai depender da resistência do pombo correio.

Parabéns, Marcelo, e ótima leitura!

Paraíso líquido pode escorrer entre os seus dedos.

15/07/2010

Marque presença na caixa de comentários com um e-mail válido e concorra ao livro de Luiz Bras (comentários logo abaixo da entrevista com a Libby Ginway). O sorteio será realizado no dia 21 deste mês utilizando o avançadíssimo sistema do papelote. Cortado, rabiscado com o seu nome, dobrado, chacoalhado e escolhido. Desta vez o ganhador vai sorrir, o livro é bom!

Boa sorte a todos!

Paraíso líquido de Luiz Bras. Lido e comentado.

12/07/2010

Li o livro de Luiz Bras em quatro dias, feito admirável para alguém que não tem muito tempo livre para isso. Deve ter ajudado (e como!) o fato de já ter lido em vezes anteriores pelo menos um terço dos contos apresentados.

O livro tem doze contos de ficção científica e um fronteiriço, mais pro lado e cá, que pro lado de lá (Primeiro contato). A capa é muito bonita.

Luiz Bras não é um autor que se esforce em escrever bem, dando atenção especial à forma. Isso já é uma coisa que faz parte dele, lhe é inerente. A estética se aplica automaticamente, permeando as linhas com absoluta naturalidade. Brinca com as palavras com segurança, as aplica corretamente, faz acrobacias, experimentalismos e experimentações.

Tem um domínio que poucos têm da arte narrativa.

Por outro lado (e sempre há outro lado), sinto que ele dá o pontapé inicial em alguns contos sem ter uma boa ideia de onde aquilo vai levá-lo. Ele mergulha num torvelinho narrativo muitas vezes confuso, divaga e devaneia, dando reviravoltas súbitas, deixando o leitor meio sem chão, meio sem bengala na escuridão. Permitir que a história se conduza por si própria, dando a ela pernas e braços, tem grandes perigos se o autor não estiver pronto a agarrá-la no laço quando isso lhe parecer necessário. O momento certo de fazer isso determina se a história acabará bem ou só arremedada. No caso em pauta, isso não chega a ser ruim, porque Luiz Bras, como eu já disse, tem um ótimo controle narrativo. Assim, mesmo uma condução que parece confusa acaba por ser simpática. Nós nos deixamos levar pela enxurrada, imersos em expectativa.

Alguns contos terminam de maneira pouco satisfatória. Outros são muito bons.

Luiz Bras fliducha e trupede enroscando-se, por vezes, no próprio laço, enquanto o leitor badulate e clipecapota, vencendo os obstáculos que a narrativa cheia de armadilhas do autor apresenta.

Paraíso líquido é, no cômputo geral, um livro bastante bom. Para quem gosta do gênero e para quem não curte muito, também.

Recomendado.

Livros recebidos. Resenhas e comentários em breve.

06/07/2010

Recebi nesses dias, seis exemplares de Paraíso Líquido de Luiz Bras (enviado graciosamente pelas Terracota Editora)  e um exemplar de O caçador de apóstolos de Leonel Caldela (enviado pela Jambô Editora).

Serão lidos e resenhados pelo Saint-Clair ou lidos e comentados por mim. Quiçá ambas as coisas.

Um dos exemplares de Paraíso líquido, ou mais deles, serão sorteados no blog nos próximos dias. Então, fiquem atentos.

Há mais livros chegando, que eu sei. Quando estiverem em minhas mãos, aviso. É provável que mais sorteios sejam realizados futuramente.

Agradeço imensamente aos escritores e às editoras que vêm enviando suas obras.